Por Daiane Silva em 03/02/2016

É uma doença sexualmente transmissível que atinge a vagina e o pênis, essa infecção é causada pelo trichomonas vaginalis e pode ser transmitida pelos parceiros que não usam preservativos através das suas secreções, com período de incubação entre duas e três semanas. Essa doença pode ser tratada, não apresentando maiores problemas à saúde.

Como são os  sintomas da tricomoníase?

Algumas mulheres infectadas não apresentam sintomas, mas, quando aparecem, os sintomas são: corrimento intenso e mau cheiroso, de cor esverdeada, podendo ser levemente espumoso em certos casos e coceira na vagina, além de casos em que a mulher apresenta um corrimento fluido e sem muita alteração de cor e também um desconforto ao urinar.

Os homens, na maioria das vezes, não apresentam sintomas, mas, quando tem, apresentam irritação na ponta do pênis, dor ao urinar e nas relações sexuais.

É muito comum tanto a homens quanto mulheres, a ausência de sintomas, sendo a descoberta feita apenas através de exames preventivos. Essa, mais uma das razões para a visita ao ginecologista ou urologista ao menos uma vez ao ano!

Conheça os sintomas e como pode ser tratada a tricomoníase

Foto: Reprodução/ internet

A automedicação em casos de infecções genitais é um erro, já que esta doença pode ser confundida com outras infecções, como a candidíase, por exemplo.

Existem estudos associando a tricomoníase à transmissão de HIV, câncer cervical, inflamação pélvica, infertilidade, parto prematuro e também bebês nascidos abaixo do peso. Se não for tratado, a infecção pode voltar.

Como é feito o tratamento da tricomoníase?

O tratamento deve ser aplicado a ambos os parceiros, sendo a tricomoníase tratada com metronidazol (Flagyl). O casal não deve ter relações sexuais até que estejam curados e, se houver possibilidade de a mulher estar grávida, ela deve comunicar ao médico, pois o medicamento não pode ser usado nos três primeiros meses de gravidez.

O medicamento também causa náuseas e vômitos intensos quando há interação com álcool, portanto,

 

A prevenção é possível como em qualquer caso de doenças sexualmente transmissíveis: boa higiene íntima, redução do número de parceiros e relações sexuais sempre com preservativos, sejam masculinos ou femininos e muito cuidado com o contato com as regiões sexuais de seus parceiros, já que as secreções transmitem a doença.

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