Por Katharyne Bezerra em 20/10/2016

A pele é formada por tecidos e substâncias, sendo que cada uma destas partes possui uma função específica. A melanina, por exemplo, é um pigmento marrom encontrado no epiderme e que é realçado quando há a radiação ultravioleta proveniente do sol e é justamente um elemento de proteção para a pele, ou seja, quanto menos melanina, menos proteção a pele tem.

Contudo, este pigmento também é responsável pelo surgimento de manchas na pele. De acordo com o dermatologista Dr. Jardis Volpe, tantos os raios UVB como o UVA podem provocar as marcas no corpo.

“Novas manchas podem surgir por conta do sol tomado há muitos anos, e por causa disso, novas lesões podem aparecer na mesma região tratada. Se a pessoa continua tomando muito sol, o problema se agrava”, explica o dermatologista.

Como diminuir e até eliminar as manchas na pele?

Foto: depositphotos

Desta forma, é imprescindível buscar ajuda médica e usar de cosméticos específicos para tratar deste problema. Assim como a farmacêutica e diretora científica da Biotec Dermocosméticos Mika explica “novos produtos também minimizam a inflamação; há um consenso de que a mancha está correlacionada a um estresse oxidativo, que ocorre internamente e que aumenta a oxidação sistêmica”.

Como combater a pigmentação exacerbada?

Existem seis passos essenciais para quem deseja cuidar da pele e evitar a hiperpigmentação, são eles: fortalecimento da junção dermoepidérmica, uso de despigmentantes, estímulo da renovação epidérmica, diminuição da inflamação, aumento de produção energética e diminuir a ação dos raios UVA, Infravermelho A e luz visível. Para entender melhor o passo a passo, o dermatologista e a farmacêutica explicam.

1. Fortalecimento da junção dermoepidérmica

Nesta primeira etapa é necessário criar uma ligação da epiderme e da derme, diminuindo o descolamento do pigmento para as camadas da pele mais superficiais. Assim, a melhor saída é apostar em um produto oligossacarídeo que haja como um anti-inflamatório, como é o caso do USK Elixir Platinum, da Under Skin. Isto porque, além de repor as proteínas, este produto também repara a barreira cutânea, trazendo proteção a esta.

2. Uso de despigmentantes

Já com a pele fortalecida, é o momento de diminuir a migração da melanina das camadas mais fundas para as mais superficiais. E esta ação pode ser alcançada através do uso de USK Advanced Retinol Restorer, produto que garante a recuperação das áreas manchadas graças ao Whitessence, um ativo exótico da proteína da jaca.

3. Estímulo da renovação epidérmica

“Podemos utilizar dois tipos de ativos: o Hyaxel (ácido hialurônico fracionado vetorizado pelo silicio orgânico) que aumenta a reepitelização e melhora a hidratação da pele das camadas mais profundas até a superficial; ou o Pro Barrier Repair, que estimulam a renovação celular e a remoção das células mortas”, sugere Dr. Jardis.

4. Diminuição da inflamação

Com ação anti-inflamatória e antioxidante o sérum USK Advanced Defense Booster, da Under Skin, é capaz de diminuir a inflamação presente na pele e ainda cooperar com um efeito de clareamento na epiderme manchada.

5. Aumento de produção energética

O sérum Alchemy Face Restore, da Buona Vita, aumenta a disposição das células e por isso também eleva vascularização da pele. “A melhora da energia gera na célula a capacidade de responder melhor e produzir melanina de boa qualidade, o que evita a formação de manchas”, explica a farmacêutica.

6. Diminuir a ação dos raios UVA, Infravermelho A e luz visível

Para conseguir proteger a pele é necessário utilizar-se de produtos antioxidantes, pois estes são capazes de combater os radicais livres, elementos responsáveis pelo surgimento de rugas e também das manchas. Por isso a farmacêutica recomenda a utilização de itens que contenham a substância OTZ 10, como o USK Retinol Antiox Defense, da Under Skin.

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