Por Ana Ligia em 01/08/2016

O açúcar sempre foi um dos grandes inimigos de quem quer manter o corpo em boa forma e saudável. Mas o que pouca gente deve saber é que o ingrediente também pode causar a glicação e está associado a aceleração do envelhecimento da pele.

A glicação acontece quando o açúcar reage com as proteínas do nosso corpo, endurecendo as fibras do colágeno, o que consequentemente ficam menos elásticas e perdem a capacidade de contração. “Além da flacidez, pode gerar um tecido cutâneo menos uniforme e nutrido com mudança inclusive na tonalidade da pele, que se torna mais amarelada, menos luminosa e hidratada. Isso provoca ainda a perda do contorno e a sustentação além do tônus, e com isso começa-se a apresentar uma mudança da boa morfologia”, explica a dermatologista Cláudia Marçal.

Para tentar reverter esse quadro (ou até mesmo para prevenir que ele aconteça) o ideal é realizar uma aplicação tópica de produtos com ação desglicante e antiglicante.

Açúcar pode acelerar o envelhecimento da pele

Foto: Depositphotos

Produtos com ação desglicante e antiglicante.

O complexo ativo U.SK Biocomplex possui uma combinação com depósito de patente e extrato das folhas de oliveira com biopeptídeos, micronutrientes e ácido hialurônico vetorizado. Além disso, possui ácidos responsáveis pela atuação antioxidante, antiglicante e desglicante.

“O ingrediente possui a capacidade de bloquear a ligação do açúcar excedente às proteínas, principalmente ao colágeno. Ele também desliga o açúcar que se ligou ao colágeno, revertendo o processo. Com essa ação, devolvemos às proteínas as suas características iniciais e funcionais. O ingrediente também protege o DNA celular dos danos oxidativos da ação dos raios UVB”, explica a farmacêutica e gerente de desenvolvimento da Under Skin, Silvana Masiero.

Os ácidos presentes no produto têm capacidade de suavizar as linhas de expressão, possuem ação anti-inflamatória e funcionam como um potente regenerador cutâneo. “Os ácidos estão nanoencapsulados na formulação, garantindo alta penetração, chegando na junção dermoepidérmica e aumentando a elasticidade com estímulo do fibroblasto”, argumenta a Silvana.

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